Apolônio de Tyana – Cont…
julho 12, 2010 Deixe um comentário
Dando prosseguimento ao texto de Apolônio de Tyana.
Segundo algumas Ordens ele esteve no Brasil com seus discípulos e visitou um Cofre do Tempo que existe aqui, e segundo a lenda uma expedição fenícia o trouxe, já que Damis era um Arquidruida (Instrutor dos Druidas da Gália, na Inglaterra, Irlanda e Escócia eram chamados de Merlins), e estes eram aliados dos fenícios e ambos dos Hebreus, já que foram os celtas e fenícios que ajudaram na construção do Templo de Salomão, assim como alguns outros aliados que mais tarde foram considerados demônios como Asmodeus, o Senhor da Luxúria.
Sua vida foi toda relatada por Flavius Filostrato, em sua obra APOLÔNIO DE TYANA, alguns afirmam que este personagem é o codinome de Damis, seu discípulo eleito, que segundo a lenda ainda está entre nós, dizem que ele era um Arquidruida que decidiu seguir o Mestre Apolônio, após se conhecerem na Pérsia (atual Irã e Iraque), onde Damis estava, digamos, esperando o Conselho dos Anciões (Aqueles que julgavam os Merlins e Arquidruidas) o perdoar, assim como outros através dos tempos, mas como eles alcançaram a imortalidade?
Segundo uma lenda famosa nos Círculos Iniciáticos, Mestre Apolônio teria encontrado o Livro de Toth (tema de futura reportagem), este livro possuía o segredo de reencarnar com as memórias ativadas (mentempsicose), o mesmo princípio dos druidas e tibetanos, dava o poder sobre a vida e a morte e etc…, mas esta obra contém tantos fatos fabulosos que não tenciono introduzi-los aqui.
Muitos compararam precipitadamente os milagres deste Mestre com os do Cristo, traçando paralelos entre eles, apesar de muitos milagres atribuídos a Jesus, são de Mestre Apolônio, alguns segmentos afirmam erradamente que ele era a reencarnação de Jesus. Não se pode negar que este filósofo recebeu grandes honrarias, tanto em vida em vida quanto após seu desaparecimento e, mesmo depois do paganismo, e com o domínio da Igreja que até hoje tenta sumir com as provas de sua existência, sua reputação preservou-se durante muito tempo, inclusive entre os árabes que o consideravam um Mestre em Alquimia.
Escreveu quatro livros sobre Astrologia Judiciária e um tratado sobre Magia Ritualística, ensinando o caminho do Iniciado, como fazer iniciações e invocar os Senhores dos Elementos, falar com os Anjos e etc…
Conta-se uma lenda da seguinte forma: “…que o Imperador Aureliano (tornou-se Imperador de 270 a 285 DC) resolvera demolir a cidade de Tyana, tornando pública sua intenção, mas o Mestre Apolônio de Tyana, de grande renome e autoridade, um fiel amigo dos deuses, e ele mesmo venerado como uma divindade, apareceu-lhe em sua forma mortal quando aquele se retirava para sua tenda, dirigindo-lhe as seguintes palavras: “Aureliano, se desejas a vitória, não penses mais na destruição dos meus concidadãos! Aureliano, se desejas reinar, abstém‑te do sangue dos inocentes! Aureliano, se desejas conquistar, sê misericordioso!” Aureliano, reconhecendo a aparição deste velho Mestre por ter visto sua imagem em vários templos, jurou erguer um templo e estátuas dedicadas a ele, alterando assim sua resolução em saquear Tyana”. Recebemos este relato de homens confiáveis, e encontramo-lo em livros.
Ele restituía a vida aos mortos, e por esse motivo foi expulso de Roma pelo Imperador Nero (54 a 65 DC), fazia e dizia muitas coisas além do alcance humano, as quais podem ser encontradas nos muitos relatos nas histórias gregas e árabes de sua vida.
Os habitantes de Tyana construíram um templo para o Mestre Apolônio, após seu desaparecimento, que aconteceu quando julgado sem justiça foi condenado a morte sendo atirado aos cães selvagens, e neste momento Ele desapareceu perante toda uma multidão que testemunhou o fato. Sua estátua foi erigida em vários templos, após o fato.
O Imperador Romano Adriano (reinou de 121 a 174 DC) reuniu todos os escritos de Apolônio que conseguiu encontrar, guardando‑os com cuidado no seu magnífico palácio em Âncio, junto com um pequeno livro valioso de seu filósofo sobre o Oráculo de Trophoninus. Este pequeno livro foi visto em Âncio na época em que Flavius Filostrato viveu. Nenhum atrativo conseguiu tornar esta pequena cidade tão famosa como este valioso e extraordinário livro de Mestre Apolônio. Conta‑se que um sábio príncipe indiano, um hábil mago, fez sete anéis dos sete planetas e deu‑os a Apolônio. Ele passou a usá‑los, um a cada dia da semana, os quais lhe propiciaram boa saúde e o vigor da juventude até uma idade bem avançada.
Sua vida foi traduzida do grego de Flavius Filostrato para o francês por Blaise de Vigners, com um comentário bem amplo de Artus Thomas, Lorde de Embry, um parisiense.
Todos perguntam de onde vem a idéia de que as obras pertencentes às civilizações muito antigas, obras, talvez, de origem interplanetária, se encontram na Índia. A idéia não é nova: foi introduzida no Ocidente pelo Mestre Apolônio de Tiana. Apolônio de Tiana foi estudado notadamente por George Robert Stow Mead (1863-1933), que por acaso foi o último secretário de Madame Blavatsky nos três últimos anos de sua vida.
Apolônio de Tiana parece ter realmente existido. Uma biografia dele foi escrita por Flavius Philostratus (175-245 d.C.).
Apolônio de Tiana impressionou tanto seus contemporâneos que, hoje ainda, investigadores sérios afirmam que Jesus Cristo jamais existiu, mas que seus ensinamentos provém, na realidade, de Apolônio de Tiana. É uma tese que não existe somente entre os racionalistas e atribui-se a Apolônio poderes sobrenaturais que ele próprio negou com grande energia.
Parece, entretanto, ter visto, pela clarividência, o assassinato do Imperador Romano Domiciano, em 18 de setembro do ano 96 d.C. Certamente viajou à Índia. Morreu em idade avançada, depois dos cem anos, provavelmente em Creta.
Deixemos de lado as lendas que o envolveram e notadamente aquela que diz que Apolônio de Tiana ainda vive entre nós, inclusive as relações de seus ensinamentos e o cristianismo, mencionarei simplesmente, de passagem, que Voltaire o colocou acima de Jesus Cristo, mas isto foi, sem dúvida, para atacar os cristãos.
O certo é que Apolônio de Tiana afirmou existir em seu tempo, no século I depois de Cristo, na Índia, extraordinários livros antigos contendo o saber vindo de eras desaparecidas, de um passado muito recuado. Apolônio de Tiana parece ter tido acesso a alguns desses livros, em particular é a ele que devemos na literatura hermética, passagens inteiras dos Upanishads e da Bhagavad Gita.
Foi ele, antes de Bailly e Jacolliot, quem lançou essa idéia que não cessa de circular. Seu discípulo Damis fez anotações sobre esses livros, mas como por encanto as notas de Damis desapareceram.
O prefaciador da obra de Mead, Leslie Shepard, escreveu em julho de 1965, recentemente portanto, que não estar fora de cogitação o aparecimento das notas de Damis um dia.
Seria muito interessante, e antes de tudo, a história dos manuscritos do Mar Morto prova que as reaparições mais curiosas são ainda possíveis. Damis fala, no que nos resta de suas notas, de reuniões secretas das quais era excluído, entre seu Mestre Apolônio e sábios hindus. Descreveu, também, fenômenos de levitação e de produção direta de chamas por um efeito da vontade, sem auxílio de instrumento. Assistiu fenômenos desse gênero, produzidos pelos sábios indianos.
Estes parecem ter acolhido Apolônio como seu igual e tê-lo ensinado o que jamais teriam ensinado a qualquer ocidental. Existe uma lenda na qual se diz que o Mestre Apolônio de Tiana parece ter visto as Estâncias de Dzyan e parece ter trazido um exemplar ao Ocidente.
Fiquem na PAZ do Eu
Mauro Muller



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